Quarta-feira, 17 de Outubro de 2012

Beja na vanguarda das intervenções cirúrgicas

A semana começou meio atribulada quando na segunda à noite o meu sogro se sentiu mal e foi parar ao hospital. Ninguém sabia ao certo qual era o problema que ele tinha, apenas que era cardíaco.

Após a chegada do INEM lá a casa percebemos que ele estava a fazer arritmias com os batimentos cardíacos muito baixos, chegaram aos 20 BPM.

Entretanto passou a noite em observação e ontem de manhã subiu para a UCI na cardeologia.

A médica diz que a solução mais certa é a colocação de um pacemaker e aí começa a nossa pesquisa na área para percebermos o que é e como viver com ele. Foi então que li esta notícia e fiquei descansada ao saber que ele está bem "entregue" a esta equipa médica.

Ora leiam:

 

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Hospital José Joaquim Fernandes realiza primeiro implante de pacemakers de segunda geração

O Hospital José Joaquim Fernandes, em Beja, realizou recentemente o primeiro implante de um pacemaker totalmente desenhado, testado e aprovado para ressonância magnética. O Hospital marca assim o início da colocação de pacemakers de segunda geração com tecnologia digital e com um algoritmo capaz de fazer a monitorização contínua de insuficiência cardíaca.

De acordo com Luís de Moura Duarte, médico cardiologista Responsável do Pacing, “até agora, os portadores de pacemakers não podiam utilizar com máxima segurança um dos principais meios de diagnóstico de doenças oncológicas e neurológicas, o exame de ressonância magnética. Este dispositivo vem trazer nova esperança aos portadores de pacemakers, que a partir de agora vão poder realizar exames de ressonância magnética de corpo inteiro sem qualquer limitação.”

Na Europa, aproximadamente dois milhões de pessoas já colocaram pacemakers e, segundo um estudo realizado, estima-se que 50 a 75 por cento dos portadores deste dispositivo médico em todo o Mundo venham a necessitar de realizar uma ressonância magnética ao longo da sua vida. Contudo, até agora, já foi recusada a realização de exames de ressonância magnética a muitos doentes devido à possível ocorrência de arritmias, eventual danificação do pacemaker e risco de morte.

“Uma vez que a aplicação da ressonância magnética é crescente (a partir dos 65 anos a possibilidade de realizar um exame destes duplica) e muitas vezes insubstituível no diagnóstico, é fundamental a introdução de um sistema de pacing de segunda geração, que possibilite o acesso ilimitado à ressonância magnética por parte dos portadores de pacemakers”, conclui Luís de Moura Duarte.

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http://saude.sapo.pt/noticias/saude-medicina/beja-na-vanguarda-das-intervencoes-medicas.html

 

escrito por ban-tee às 11:42
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